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    O início de um novo ano é a altura esperada por muitos para o planeamento de novos objetivos, objetivos esses que muitas vezes não chegam nem a sair do papel. Vivemos na esperança infundada de que a alteração do ano irá melhorar a nossa vida. Mas porque raio todas as mudanças/resoluções são deixadas para o início do ano? Esquecemo-nos que não é o novo ano que realizará tal proeza, mas sim a capacidade de olharmos para nós próprios e realizarmos essa mudança em nós. Porque nós temos o poder de mudar a nossa vida e não a alteração de uns números! E isso pode ser feito em qualquer altura do ano!

    Não há mal nenhum em querer traçar objetivos e começar essa jornada nesta altura do ano se, de facto, existir a mudança interior a que me refiro e vontade em arragar nessa mudança e avançar. No entanto, muitos são aqueles que se deixam influenciar pelas doze badaladas e enganam-se a si próprios com promessas sem fundamento e quando passa "esta altura do ano", tudo é deixado para o próximo...

    Por isso, se achas que algo está menos bem na tua vida, seja a nível de alimentação, exercício físico, sustentabilidade, trabalho, seja o que for, muda-te e melhora-te! Não porque o ano mudou, mas sim porque tu mudaste. E lembra-te que muitos desses objetivos/resoluções não são realizados, maioritariamente, de um dia para o outro! É importante e difícil o passo de começar, mas são necessárias persistência e dedicação para não desistir.

    Um ótimo ano a todos 💓


    (fotografia: Freixo de Espada à Cinta, Bragança, 2018)
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    Dou por mim perdida no tempo.
    Inconscientemente deixei de fazer certas coisas que faziam parte do meu dia-a-dia. A pessoa envolve-se em pensamentos derrotistas, pessimistas, envolve-se demasiado no trabalho (seja ele académico ou profissional) e quando dá por si não tem mais vontade de fazer seja o que for, pois tudo que é feito para além disso é sempre visto como uma perda de tempo, tempo que não foi aproveitado, tempo em que "deveria estar a trabalhar", ainda que esse trabalho não seja minimamente produtivo quando lhe dedicas todo o teu tempo.

     desenho inspirado na fotografia 'Painting' de Ali Falak

    Reparei que algo que outrora fazia diariamente - desenhar - há muito tempo não faz parte da minha rotina; hoje decidi fazer uma pausa para esse fim. Ainda que as vozes da minha cabeça continuem a deitar-me a baixo e fazem crescer em mim um sentimento de impossibilidade e insucesso, eu no fundo sei que consigo realizar um bom trabalho e talvez o segredo seja não lhe dedicar todo o meu tempo.

    Ainda que tenhamos imensa coisa para fazer e prazos para cumprir, não nos podemos esquecer das pequenas coisas que desanuviam o nosso dia, não podemos deixar que aquilo que gostamos de realizar caia no esquecimento. 

    Ainda só tinha escrito um post da rubrica À MÃO, se não te lembras sobre o que era, carrega aqui 💓
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    Isto não pode continuar assim! Ando há mais de dois meses a insistir comigo própria que, mesmo estando em casa, tenho horários a cumprir e coisas importantes para fazer. Não é a brincar, tenho mesmo! Estou a começar a stressar por não ter conseguido trabalhar para a tese e começo a ficar sem tempo. 

    O meu cérebro não me dá ouvidos! Quando o despertador toca e o desligo, ele desliga-se também, é quase que automático, sabem? Não consigo controlar. Talvez por estar em casa, por ter que trabalhar em casa. Ele sente-se tão confortável que vê-se no direito de desligar a maior parte do tempo. E quando acorda há sempre mil e uma coisa para realizar que acabam por passar à frente na fila e serem atendidas em primeiro lugar, algumas têm, de facto, essa importância, mas outras... O mais impressionante é que nunca (ou muito raramente) estou sem fazer nada.

    Tenho que começar a contrariar o meu cérebro e fazê-lo acordar quando é necessário. Ele deve estar a pedir férias, só pode.

    Já por aí alguém fez uma tese de base científica?
    Sou só eu que ganho preguiça de trabalhar em casa?
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    Há uns dias dei 10 dicas para aprender melhor (aqui), no entanto, o que muitas vezes nos falta é realmente a motivação para o fazer. E de que forma podemos ganhar um pouco de motivação?

    Decidi partilhar convosco três coisinhas que penso aumentar a nossa motivação:

    ➤ Ter suporte e pedir ajuda;
    O que quero dizer com isto é, no fundo, estabelecer uma boa relação com os professores e colegas. Uma boa comunicação e partilha de ideias deixa-nos mais motivados e com vontade de saber mais. Tens dificuldades em algum assunto? Pede ajuda! De acordo com o ponto 5 do outro post "Questionar sem medo", não só nos permite aprender melhor como ganhar motivação!

    ➤ Não ter medo de se divertir;
    Diverte-te enquanto aprendes! Liberta-te do medo inconsciente do fracasso! É difícil, pelo menos para mim, deixar a ideia que não vou conseguir de lado. Mas é certo e sabido que com alegria tudo se faz melhor. Se puderes aliar a tua aprendizagem a viagens ou outro tipo de coisas mais dinâmicas (ida a workshops, museus, entrevistas a pessoas), acredita que a motivação vai aumentar e terás uma aprendizagem rápida e contínua.

    ➤ Refletir sobre o que aprende;
    Sim, também é uma dica para aprender melhor. Quando realmente percebermos o porquê desta aprendizagem ser importante e a forma como nos faz sentir em relação a ela, é meio caminho andado para querermos complementar informação.

    Que dicas usam para ganhar mais motivação na aprendizagem?
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    E quem ouve sobre poluição inevitavelmente ouve sobre plástico; desperdício de plástico, plástico que polui os nossos rios e mares, plástico que está a destruir o nosso planeta, plástico que vem do petróleo, que mata a vida marinha, que polui o nosso ar, que deitamos fora todos os dias, enfim... plástico este que eu própria tenho vindo a falar ao longo das curiosidades da semana, como aqui, aqui ou aqui, sempre com o intuito de alertar ou dar a conhecer projetos que nos motivam a mudar de mentalidade e perceber o que realmente está a falhar. 

    Muitas marcas já adotaram projetos em que utilizam desperdícios de plástico para confecionar os seus produtos, no entanto, a maioria deles continuam ainda a ser feitos de poliéster à base de petróleo. O mesmo acontece com a Adidas. 

    Numa parceria com a Parley for the Oceans, no ano passado, a Adidas vendeu um milhão de calçado criado a partir de plásticos reciclados e espera, este ano, atingir os cinco milhões. 11 garrafas de plástico é o que é necessário, em média, para utilizar num par de sapatilhas. Sim, de facto é uma grande ajuda! Mas temos que pensar que todos os anos adicionamos cerca de oito milhões de toneladas de plástico no oceano. 

    Sei que isto de tantos números é um pouco confuso, o que precisamos saber é que é demasiado o lixo nos oceanos e, em vez de o tentar limpar, estamos a poluir ainda mais.

    Seja por negócio ou não, o que é certo é que o próximo passo que a Adidas pretende tomar, é passar a utilizar apenas material plástico reciclado nos seus produtos e tem como meta 2024. Esperemos que isso realmente aconteça e que sirva de exemplo para mais marcas :)

    Para saber mais visite Parley | adidas
     
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    Aprender por vezes não é fácil. Mesmo que exista vontade, em muitas ocasiões nos vemos inconscientemente a adotar estratégias ineficazes que só aumentam a nossa frustração e diminuem significativamente a nossa motivação. Uma delas é o simples facto de querer decorar, apesar de já toda a gente saber que decorar não é aprender.
    Cada pessoa tem os seus métodos de estudo e o seu tempo de aprendizagem, mas para ajudar um pouco nesse processo (seja na escola, faculdade ou individualmente) decidi organizar dez dicas:






    A meu ver, o primeiro passo para uma boa aprendizagem é ouvir. Nunca fui uma aluna de estudar muito, no entanto sempre tive ótimos resultados, acredito que isso se deve ao facto de estar sempre com atenção ao que se dizia nas aulas. Não basta fingir que estamos a ouvir!

     




    Eu sei que isto não é uma caraterística de todas as pessoas, mas existirá sempre algo em que somos curiosos. Se procurarmos relacionar os nossos interesses com o que estamos a aprender e colocar curiosidade em cima disso será tudo muito mais interessante. Ouvir e ler com curiosidade aumenta as hipóteses de ficar na nossa memória e será bem mais fácil.






    Ler com atenção e curiosidade é importante, mas há inúmeras coisas que nos passam ao lado na primeira leitura. Ler mais do que uma vez permitirá entender melhor a informação e colocá-la no sítio certo da nossa memória.







    Tentar desenvolver uma crítica/opinião fará com que pensemos melhor sobre o assunto, mesmo que seja apenas para nós mesmos.






    A tua dúvida pode também ser a da outra pessoa, por mais absurda que aches que ela seja. É difícil, eu sei. Sempre tive receio de colocar as minhas dúvidas à frente dos meus colegas de turma, mas ao longo do tempo tenho tomado consciência da estupidez desse facto. Mesmo fora do contexto escolar, somos humanos, não somos obrigados a saber tudo, estamos sempre a aprender. Questionar só mostra essa mesma vontade, além disso permite que não fiquemos com dúvidas sobre determinado assunto.






    Pessoalmente, este passo ajuda-me imenso. Escrever pequenas notas ou palavras-chave fará com que a memória visual esteja ativa e as coisas fiquem mais rapidamente na cabeça.





    Fazer mapas-mentais ou esquemas é uma ótima maneira para organizar a informação e para quem precisa/quer começar a escrever sobre o que está a aprender.






    É importante refletir sobre o que estamos a aprender. Perceber em que é que isso se relaciona connosco? (existe sempre uma relação) Como pode isso melhorar a nossa vida? (Não vale a pena dizer que tal assunto não serve para nada, acredito que tudo se relaciona e em determinada fase da nossa vida precisaremos dele).






    Verbalizar o que aprendemos ajuda a observarmos se realmente percebemos o que acabámos de aprender. O melhor é tentar falar do assunto a alguém que não esteja dentro dele, mas mesmo seja um monólogo já é produtivo (risos).






    Ou seja, uma espécie de conclusão. Qual o valor desta aprendizagem para mim? Porque foi importante para mim e para a minha vida? O que preciso estudar mais à volta do assunto para o perceber ainda melhor? Onde encontrar essa informação?

    Não sou nenhuma expert, mas espero que estas dicas ajudem quem tem mais dificuldades na aprendizagem :) nunca percam a vontade de aprender, como se diz por aí "conhecimento é poder".
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    Diana Santiago


    25 . portuguese . marketeer and fashion designer . master's student in fashion design

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