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    Bem, aquilo que dizem das mulheres irem só ao cabeleireiro cortar as pontas a mim já não se aplica, decidi cortar muito de novo. Confesso que a minha ideia inicial era só cortar as pontas, depois comecei a pensar que talvez devesse cortar um pouco abaixo dos ombros, quanto mais tempo ficava sem o cortar mais queria cortar (risos) então foi este o resultado.

    O meu cabelo cresce super rápido, é uma sorte eu sei, mas já se estava a tornar um pouco incomodativo. Apesar de estarmos a entrar no inverno e de ele me proteger do frio, como estamos com as temperaturas que estamos nesta altura ele só me provocava ainda mais calor. Outra coisa que já me andava a irritar era o facto de todos os dias (todos os dias mesmo) agarrarem no meu cabelo no autocarro sem querer. Quem mora em Lisboa e anda de transportes públicos sabe a dificuldade que é movimentar-se dentro deles, imaginem a quantidade de vezes que dei por mim presa a alguém ou, na maioria das vezes, estavam literalmente a agarrar-me o cabelo sem se darem conta. Sem falar das figuras que fazia as vezes que colocava a mochila pesadíssima nas costas e depois queria “desprender” o cabelo.

    Claro que nem tudo é mau, há sempre mil e um penteados para fazer, consegue-se fazer um rabo de cavalo em condições, podemos fingir que somos polvos, fazer de cachecol e um cabelo comprido, é sempre um cabelo comprido. A principal razão de o cortar tanto foi talvez pela necessidade de mudança, não gosto de  me ver sempre igual e sou apologista de que devemos experimentar coisas novas, seja pelo desafio, seja pela experiência.

    E vocês? Já fizeram algum corte radical?


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    Sim, sim, tecido a imitar o couro! Os cogumelos sempre foram muito utilizados principalmente na área da culinária e da medicina, mas agora pertencem também à área têxtil. Segundo uma startup de San Francisco chamada MycoWorks é possível através dos fungos e da utilização da biofabricação criar um material inspirado no couro animal. 
    Fonte: http://www.coladaweb.com/biologia/reinos/reino-fungi 

    É através do micélio e outros subprodutos agrícolas que a MycoWorks produz este material e diz ser particularmente interessante e atraente pois pode ter várias texturas e formas manipuladas.
    Também a startup Modern Meadow integrou-se na biotecnologia e, através de células geneticamente modificadas, produz uma espécie de folha de couro em que é possível criar algo mais fino e forte e com menor peso.
    Fonte: http://www.gradozero.eu/


    Muskin é já o nome dado ao couro desenvolvido a partir de cogumelos pela GradoZero Espace, uma empresa têxtil italiana que afirma ser um produto 100% biodegradável com total ausência de químicos, além disso tem características naturais de respirabilidade e de repelência à água.

    É incrível como a biotecnologia se liga ao têxtil, não é?



    Fontes:
    http://marketingagricola.pt/empresa-textil-substitui-couro-por-tecido-feito-de-cogumelos/
    http://www.stylourbano.com.br/roupas-biologicas-7-maneiras-de-como-a-biologia-esta-mudando-a-moda/
    https://www.portugaltextil.com/id-traz-novo-couro-para-o-mercado/
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    "A arte é a auto-expressão lutando para ser absoluta." Fernando Pessoa

     


         Passear pelas ruas de Lisboa é absolutamente fantástico devido a toda a arte urbana que vai surgindo à medida que se descobre mais um recanto da cidade. De toda a peculiaridade observada ao longo da visita, a obra do artista luxemburguês Sumo Doubledevil presente numa das paredes da Travessa dos Fiéis de Deus enalteceu-se ao meu olhar. Todas as cores, os diferentes padrões, as sobreposições e principalmente os sorrisos fizeram-me relembrar de como é profícuo viver com estes elementos sempre presentes na nossa rotina.


         Por se tratar de uma arte exposta a qualquer olhar, presente na rua, a decisão de realizar uma carteira foi quase imediata, devido à forte relação com a exibição imposta na arte urbana. A relação é demonstrada através dos padrões com bolinhas, riscas, flores, corações, estrelas ou simplesmente pela cor sólida e viva, mas ainda que timidamente apresentado, o sorriso e consequentemente os dentes são elementos fulcrais deste acessório.



         Continuando pelos cantos da cidade mostro-vos algumas das belezas que por lá podemos encontrar. Lisboa é realmente incrível para quem é apaixonado por arte, diferentes culturas e está sempre disposto a conhecer algo novo.

































         
    Todas as fotografias acima apresentadas são da minha autoria. Espero que tenham gostado ;)
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    Onde existe o sonho? Provavelmente responderia que o sonho existe em todo o lado, que “o sonho comanda a vida”, mas no universo não existe apenas vida e será que nesses confins inacessíveis e desconhecidos o sonho está presente? Segundo Dante não é bem assim…

    A Divina Comédia, uma obra escrita por Dante Alighieri, foi um dos assuntos falados na conferência A Máquina do Mundo com Maria Filomena Molder, a qual fui assistir no dia 14 de fevereiro de 2017 na Culturgest em Lisboa.  De todas as palavras incrivelmente proferidas que nos envolviam na mística viagem relatada no poema, o conceito que mais me chamou à atenção foi o sonho.


                  “No caso do inferno é muito difícil falar em fantasia, de imaginação, por causa da escuridão. No inferno ele cai, desmaia, perde os sentidos, mas não sonha. Só sonha no purgatório (…) no paraíso a alta fantasia está sempre a perder a sua potência, porque aquilo que ele vê vence aquilo que ele imagina”, dizia-nos Maria Filomena Molder numa tentativa de explanar a existência do sonho, ou falta dela. 



    O bordado produzido é exatamente uma representação pessoal do sonho, de acordo com o que foi exposto, em que o círculo mais pequeno simboliza o inferno, onde a imaginação não existe e tudo é obscuro e difícil de decifrar, segue-se um espaço em pano cru que representa a terra, onde tudo é minimamente reconhecível e visível. Segundo consta, o purgatório é o mais semelhante à terra, daí aparecer consecutivamente a esta e é notória a quantidade de cor e formas distintas presentes nesta secção devido à forte existência do sonho. Após este segmento volta a surgir o pano cru, desta vez a caraterizar o céu, também identificável aos olhos. Por fim, aparece o paraíso, onde reina a perfeição e tudo deixa de ser comparável pois não há nada superior a este, isto é simbolizado através da cor branca, do ponto regular do bordado e do crochê e das flores simétricas e perfeitamente sincronizadas.

    A realização do bordado não foi em vão, esta escolha relacionou-se com o cariz pessoal colocado na interpretação e exteriorização desta, assim como ao facto de se poder relacionar com a moda, sendo de fácil aplicação num acessório, numa peça de vestuário ou apenas como decoração de parede.
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    Diana Santiago


    26 . portuguesa . licenciatura em design e marketing de moda . mestrado em design de moda

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