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    Continuando na onda da proteção do ambiente e do excessivo desperdício de plástico que, inconscientemente (ou não), acumulamos no nosso planeta, hoje falo-vos do projeto "Print your city".
    Esta iniciativa, criada num estúdio de design e investigação de Roterdão, baseia-se na utilização da impressão 3D para transformar desperdícios de plástico em móveis urbanos.


    Como se pode verificar nas imagens, o primeiro resultado deste projeto é o chamado banco XXX, uma peça projetada para Amesterdão e confecionada através de sacos de plástico reciclados.
    A noção chave deste banco é trabalho em equipa, devido ao facto dos usuários (duas a quatro pessoas) terem que trabalhar em conjunto para encontrar um equilíbrio ou então para se balançar. Todo este conceito remete ao trabalho em equipa que todos temos que fazer para fechar o ciclo do plástico.


    Por mais iniciativas sustentáveis!

     Se queres saber mais sobre este projeto podes visitar o site https://printyour.city/ de onde toda a informação e imagens foram retiradas.
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    De acordo com o site The Guardian (2017) os humanos produzem cerca de 20 mil garrafas de plástico por segundo, POR SEGUNDO! Não acham o número absolutamente absurdo?
    É do conhecimento de todos que o plástico no geral é uma das principais causas de poluição, nomeadamente dos oceanos. Apesar de já se começar a notar algumas preocupações com o ambiente, ainda vivemos numa época de egoísmo, em que cada um só se preocupa consigo próprio e é mais fácil descartar a culpa para alguém do que simplesmente assumi-la e tentar mudar. 
    "Eu não vou mudar o mundo sozinho", "Uma garrafa para o chão não faz mal", "Se for só eu a mudar não faz diferente", fico perplexa quando sou obrigada a ouvir este tipo de comentários, pois se todas as pessoas tiverem a leviandade de pensar desta forma, as coisas não vão mudar, ou melhor, vão continuar a mudar para pior! 
    Mais perplexa fiquei ontem ao assistir a uma atitude completamente sem noção. Lá estava eu, numa habitual viagem da faculdade para casa, sentada num dos últimos bancos do autocarro que se encontrava super cheio (o costume em Lisboa) quando, numa paragem, a porta abre e um senhor atira a sua garrafa de plástico vazia para o exterior, com tal força que foi parar ao interior de uma vedação, penso que de uma moradia particular. WHAAAAAT? Apeteceu-me gritar lá de trás "O que é que tem na cabeça meu senhor?", "Está louco?", mas fiquei tão em choque e como não gosto de estar aos gritos para toda a gente ouvir (apesar de que nesta situação até era necessária a chamada de atenção) mantive-me calada e uma mera observadora como todos os que ali se encontravam. Sinceramente nem sei se as pessoas que permaneciam junto ao tal indivíduo se deram conta da gravidade daquele acto.
    Já é mau suficiente deitar uma garrafa para o chão no meio da rua, pior ainda atira-la para uma propriedade privada! Fico na esperança que o dono dessa propriedade se dê conta da presença da garrafa e a coloque no contentor amarelo ou a reutilize para qualquer tipo de coisa.
    É realmente importante evitar comprar produtos de plástico principalmente os descartáveis, já há tanto no mundo e pode ser reciclado e reutilizado, porque não fazê-lo em maior número?
    Segundo o site Eco-UNIFESP são necessários cerca de 400 anos para a decomposição de uma garrafa de plástico. E todos os microplásticos que se encontram nos oceanos? Poluem os ecossistemas, são ingeridos pelos peixes, peixes esses que nós comemos.

    É apagado muitas vezes da nossa memória que tudo está interligado e o nosso bem mais precioso continua e vai sempre ser a natureza, deste modo há que tratar bem dela.
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    Pois é, as possibilidades para substituir o couro produzido através de peles de animais continuam a aumentar. E se há uns tempos falei de cogumelos, agora falo de maçãs, isso mesmo, maçãs! O desperdício de resíduos alimentares pode ser realmente transformado em novos produtos industriais.
    A marca Veerah, através das cascas das maçãs secas, faz uma extração de fibras a fim de criar um laminado biodegradável que, para além de reduzir o desperdício alimentar, é utilizado na fabricação dos seus sapatos. Visualmente o material é muito parecido com o couro animal, contendo características importantes como a respirabilidade e durabilidade, é também totalmente livre de produtos químicos e resistente aos raios UV.
    Outra marca que usufrui deste novo material é a Happy Genie, dando-lhe vida nas suas carteiras de luxo feitas manualmente.
    Cada vez existem mais hipóteses de escolha no que nos referimos a materiais sustentáveis, mas não te esqueças que há também pequenos gestos tão simples como deitar uma garrafa de plástico no contentor amarelo em vez do lixo normal que podem fazer uma grande diferença para o planeta.

    Se todos fizermos um pequeno esforço a recompensa será enorme.

    Se queres saber mais sobre estes projetos podes visitar os sites https://www.veerah.com/ e https://www.kickstarter.com/projects/1480081523/happy-genie-worlds-first-luxury-handbag-made-from de onde toda a informação e as duas últimas imagens foram retiradas.
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    Entre outros perigos, a desidratação pode ser um dos fatores dos acidentes rodoviários, pois leva o condutor a ficar cansado e com perda de concentração. Para ajudar a combater estes riscos, a Nissan juntamente com a empresa holandesa Droog, desenvolveram um tecido que reage ao suor emitido pelo motorista. Soak é o nome dado a este revestimento têxtil mais precisamente criado pela designer e investigadora Paulien Routs.
    Quanto mais suor é libertado, mais o tecido muda, passando de azul para amarelo quando existe, de facto, desidratação. Isto surge como uma chamada de atenção a todos que conduzem, a fim de se darem conta que é necessária a hidratação.


    Segundo uma investigação do Instituto de Hidratação Europeia e da Universidade de Loughborough, na Inglaterra, um condutor desidratado equivale a alguém com uma taxa de alcoolemia de 0,8 no que se refere à capacidade de concentração.

    Se queres saber mais sobre este projeto podes visitar o site http://www.droog.com/news/2017/10/coloured-sweat/ de onde toda a informação e as duas últimas imagens foram retiradas.
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    Pois é, eu explico! O designer coreano Sungmook Lim desenvolveu uma carteira que pode ser moldada de treze maneiras distintas. Todos nós já brincámos (ou tentámos brincar) com a arte origami, é exatamente nesta arte em que a carteira de seu nome Modibag é inspirada. Consiste numa forma quadrada de tela de madeira, revestida em couro e composta por ranhuras pensadas e estrategicamente posicionadas que permitem o movimento e a dobra, a fim de criar inúmeras formas.
    É muito fácil, basta um pouco de criatividade ou então seguir os modelos já estudados pelo designer. Segundo ele, podes adaptar a carteira consoante a quantidade de objetos que queiras transportar, é bastante resistente, o tecido é à prova de água e não olha a géneros.
    Uma curiosidade é que o nome 'Modibag' surgiu da união das palavras "modify" e "bag" que é a característica mais peculiar desta nova invenção.

    Se queres saber mais sobre este projeto podes visitar o site https://modibag.net/ de onde toda a informação e imagens foram retiradas.
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    "A arte lava do espírito a poeira da vida diária."
    Pablo Picasso


    Quem me conhece sabe que eu adoro museus e adoro visitar sítios novos. Hoje venho-vos falar de um dos museus que mais gostei de conhecer em Lisboa, o Museu Nacional do Teatro e da Dança. Sempre fui uma apaixonada por teatro e confesso que das coisas que mais sinto falta na minha vida é a sensação de pisar o palco, de poder incorporar outra pessoa, de me expressar e falar alto sem medos e interjeições e principalmente de improvisar, nunca fui pessoa de decorar o guião, palavra a palavra (só quando era extremamente necessário).






    De um certo modo, este sítio trouxe-me boas recordações do passado e relembrou-me do quanto foi profícuo para a minha vida no que toca à timidez e comunicação em público. 
    Eu que gosto também de vestuário, é ligar o útil ao agradável. Para além de estar mesmo ao lado do Museu do Traje, o que facilita a ida aos dois museus num dia só, este espaço está repleto de roupas diversificadas tanto a nível teatral como ligadas à dança, é incrível. De marionetas a teatros em miniatura, tudo é encantador e acreditem que vale mesmo a pena visitar.





    Por último, mas não menos importante, tenho que falar de todo o jardim que envolve os dois museus. Não se limitem às fotos pois não tive oportunidade de tirar muitas, é realmente dos mais bonitos que já vi.

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    Diana Santiago


    26 . portuguesa . licenciatura em design e marketing de moda . mestrado em design de moda

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