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     22 de Fevereiro. Robert Stephensen Smyth Baden-Powell. B.P.

    Drave, 2014

    ACANAC 2017 - Idanha-a-Nova

    Faria hoje 161 anos de idade aquele que fundou um dos maiores movimentos juvenis do mundo. Em sua homenagem, todos os escuteiros (e não só) recordam, todos os anos neste dia, o Dia do Pensamento, o Dia do Fundador. Pessoalmente agradeço e transbordo de orgulho por todos os ensinamentos proporcionados ao longo da minha vida. Agarro-me aos seus ideais e percebo a importância e impacto que causam no meu dia-a-dia, no meu crescimento pessoal.

    É um exemplo a seguir. Encanta-me a sua ligação com a natureza, a possibilidade que nos dá de aprender e integrar um sentido de desenrasque, orientação e fé perante qualquer situação, qualquer obstáculo. BP ensina-nos que a vida é para ser vivida e viver não significa ser perfeito, mas aprender com os erros, permanecendo com um sorriso constante no rosto.

    Deixo-vos alguns pensamentos (no meio de tantos) deste grande Senhor que mais me inspiram:

    "O melhor meio para alcançar a felicidade é contribuir para a felicidade dos outros"
    "Se tiver o hábito de fazer as coisas com alegria, raramente encontrará situações difíceis"
    "Não existe ensino que se compare ao exemplo"
    "Procurai deixar o mundo um pouco melhor do que o encontrastes"

    Que a chama nunca se apague! E quem sente realmente o escutismo, não é cliché dizer escuteiro uma vez, escuteiro para sempre.
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    No mês passado deixei de viver em Lisboa. Sem ter aulas não me compensa pagar lá casa (até porque não é mesmo nada barato!). Vontade de sair de lá, mas ao mesmo tempo lá ficar, foi exatamente o que eu senti.
    Aqueduto das Águas Livres (Lisboa) - janeiro de 2018

    Eu adoro Lisboa! É uma cidade que não pára, onde tudo acontece; há sempre coisas novas para conhecer, coisas novas para fazer, coisas novas para descobrir, mas por alguma razão os antigos dizem "a nossa casa é onde está o nosso coração" (ou algo do género) e apesar de luminosa e cheia de vida, quando não temos grandes afinidades pela cidade, Lisboa torna-se uma ponte para a solidão. As pessoas moram longe umas das outras e para qualquer lado que vás perdes sempre cerca de uma hora em transportes públicos.

     Castelo de S. Jorge (Lisboa) - janeiro de 2018

    No entanto, tens facilidade em ir para qualquer sítio que queiras. O que eu mais gosto é a diversidade; diversidade de culturas, diversidade de estilos, diversidade de opiniões e personalidades.

    Ninguém vai achar escandalosamente estranho por teres o corpo todo tatuado ou simplesmente por teres o cabelo cor-de-rosa, podes ser tu sem teres medo de não seguir o dito "padrão" da sociedade.

    Mas conforto é conforto e quem te conforta o coração são as pessoas que mais gostam de ti e sempre me sentirei melhor junto deles, ainda que adore Lisboa.

    E vocês? Já sentiram o mesmo?
    Quem vive em Lisboa o que pensa?
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    Há uns tempos falei da quantidade ridícula de garrafas de plástico que consumimos diariamente (aqui) e toda a poluição gerada pela produção e desperdício do plástico.
    Infelizmente também a indústria têxtil está cada vez mais associada ao impacto ambiental e o uso de corantes sintéticos contribui em muito para esse facto. Mas... 

    ...o que é que algas têm a ver com esta conversa?


    O projeto Algaemy tem por base a substituição de corantes têxteis tóxicos por corantes naturais de algas. Através do estudo de microalgas que habitam em rios e córregos da Europa, investigadores descobriram que existem muitas mais cores nelas para além do verde e essas mesmas podem ser utilizadas em materiais têxteis.

     


    Se queres saber mais sobre este projeto não deixes de visitar Blond and Bieber de onde toda a informação e imagens foram retiradas.
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    Já foram os tempos em que as viagens de comboio faziam parte de todas as minhas semanas. Nos últimos anos tive que as substituir pelos autocarros, pois os destinos deixaram de ser os mesmos e a facilidade de movimentação alterou-se.

    Pinhão, Agosto de 2017

    Hoje voltei a regressar a casa de comboio. Linha do Douro. Fico completamente rendida sempre que faço esta viagem. Por mais vezes que a faça, a maravilhosa paisagem que surge quando nos vemos envolvidos pelas montanhas é completamente incrível. 

    Nunca deixa de me surpreender, nunca me faz perder o interesse de a contemplar.

    E são estas viagens, em que nos encontramos sozinhos nos nossos pensamentos (a menos que venha alguém ao lado que não aprecie o silêncio), que fazem refletir sobre a nossa vida.

    2018 começou e eu mal dei conta que 2017 tinha acabado. Não foram meses fáceis, dezembro e janeiro. O semestre a acabar e tudo o que implica os seus bons resultados, para entregar. Apesar disso: a escolha. Projeto, estágio ou dissertação de base científica? Depois de estar decidida em fazer estágio mudei de ideias para projeto, mas acabei por optar por dissertação.
    Eu sei, provavelmente o mais difícil. Não estou à espera que seja fácil e, mesmo estando no início, já me trouxe muitas dores de cabeça.

    Mas como eu sei que nada se faz sem trabalho, tenciono trabalhar muito. Trabalhar em casa também vai ser um desafio, para a semana começo com um horário definido (espero conseguir). Sinceramente? Não me sinto nada motivada.

    Como disse, os últimos meses não foram nada fáceis...
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    Continuando na onda da proteção do ambiente e do excessivo desperdício de plástico que, inconscientemente (ou não), acumulamos no nosso planeta, hoje falo-vos do projeto "Print your city".
    Esta iniciativa, criada num estúdio de design e investigação de Roterdão, baseia-se na utilização da impressão 3D para transformar desperdícios de plástico em móveis urbanos.


    Como se pode verificar nas imagens, o primeiro resultado deste projeto é o chamado banco XXX, uma peça projetada para Amesterdão e confecionada através de sacos de plástico reciclados.
    A noção chave deste banco é trabalho em equipa, devido ao facto dos usuários (duas a quatro pessoas) terem que trabalhar em conjunto para encontrar um equilíbrio ou então para se balançar. Todo este conceito remete ao trabalho em equipa que todos temos que fazer para fechar o ciclo do plástico.


    Por mais iniciativas sustentáveis!

     Se queres saber mais sobre este projeto podes visitar o site https://printyour.city/ de onde toda a informação e imagens foram retiradas.
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    De acordo com o site The Guardian (2017) os humanos produzem cerca de 20 mil garrafas de plástico por segundo, POR SEGUNDO! Não acham o número absolutamente absurdo?
    É do conhecimento de todos que o plástico no geral é uma das principais causas de poluição, nomeadamente dos oceanos. Apesar de já se começar a notar algumas preocupações com o ambiente, ainda vivemos numa época de egoísmo, em que cada um só se preocupa consigo próprio e é mais fácil descartar a culpa para alguém do que simplesmente assumi-la e tentar mudar. 
    "Eu não vou mudar o mundo sozinho", "Uma garrafa para o chão não faz mal", "Se for só eu a mudar não faz diferente", fico perplexa quando sou obrigada a ouvir este tipo de comentários, pois se todas as pessoas tiverem a leviandade de pensar desta forma, as coisas não vão mudar, ou melhor, vão continuar a mudar para pior! 
    Mais perplexa fiquei ontem ao assistir a uma atitude completamente sem noção. Lá estava eu, numa habitual viagem da faculdade para casa, sentada num dos últimos bancos do autocarro que se encontrava super cheio (o costume em Lisboa) quando, numa paragem, a porta abre e um senhor atira a sua garrafa de plástico vazia para o exterior, com tal força que foi parar ao interior de uma vedação, penso que de uma moradia particular. WHAAAAAT? Apeteceu-me gritar lá de trás "O que é que tem na cabeça meu senhor?", "Está louco?", mas fiquei tão em choque e como não gosto de estar aos gritos para toda a gente ouvir (apesar de que nesta situação até era necessária a chamada de atenção) mantive-me calada e uma mera observadora como todos os que ali se encontravam. Sinceramente nem sei se as pessoas que permaneciam junto ao tal indivíduo se deram conta da gravidade daquele acto.
    Já é mau suficiente deitar uma garrafa para o chão no meio da rua, pior ainda atira-la para uma propriedade privada! Fico na esperança que o dono dessa propriedade se dê conta da presença da garrafa e a coloque no contentor amarelo ou a reutilize para qualquer tipo de coisa.
    É realmente importante evitar comprar produtos de plástico principalmente os descartáveis, já há tanto no mundo e pode ser reciclado e reutilizado, porque não fazê-lo em maior número?
    Segundo o site Eco-UNIFESP são necessários cerca de 400 anos para a decomposição de uma garrafa de plástico. E todos os microplásticos que se encontram nos oceanos? Poluem os ecossistemas, são ingeridos pelos peixes, peixes esses que nós comemos.

    É apagado muitas vezes da nossa memória que tudo está interligado e o nosso bem mais precioso continua e vai sempre ser a natureza, deste modo há que tratar bem dela.
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    Pois é, as possibilidades para substituir o couro produzido através de peles de animais continuam a aumentar. E se há uns tempos falei de cogumelos, agora falo de maçãs, isso mesmo, maçãs! O desperdício de resíduos alimentares pode ser realmente transformado em novos produtos industriais.
    A marca Veerah, através das cascas das maçãs secas, faz uma extração de fibras a fim de criar um laminado biodegradável que, para além de reduzir o desperdício alimentar, é utilizado na fabricação dos seus sapatos. Visualmente o material é muito parecido com o couro animal, contendo características importantes como a respirabilidade e durabilidade, é também totalmente livre de produtos químicos e resistente aos raios UV.
    Outra marca que usufrui deste novo material é a Happy Genie, dando-lhe vida nas suas carteiras de luxo feitas manualmente.
    Cada vez existem mais hipóteses de escolha no que nos referimos a materiais sustentáveis, mas não te esqueças que há também pequenos gestos tão simples como deitar uma garrafa de plástico no contentor amarelo em vez do lixo normal que podem fazer uma grande diferença para o planeta.

    Se todos fizermos um pequeno esforço a recompensa será enorme.

    Se queres saber mais sobre estes projetos podes visitar os sites https://www.veerah.com/ e https://www.kickstarter.com/projects/1480081523/happy-genie-worlds-first-luxury-handbag-made-from de onde toda a informação e as duas últimas imagens foram retiradas.
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    Diana Santiago


    26 . portuguesa . licenciatura em design e marketing de moda . mestrado em design de moda

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